Posted on jan 22nd 2010 by admin.
Desenvolvi este script para auxiliar na criação de redirecionamento de portas no vnc.
Copie o código abaixo e cole em um editor de textos. Salve e dê permissão de execução.
Como se trata de um script pra configurar algo que não tem necessidade de rodar no X, criei apenas para terminal.
Este script apenas irá jogar as regras de redirecionamento para o arquivo /etc/network/iptables-vnc, portanto, ainda necessita que você o inclua em seu script de firewall para que estas regras entrem em vigor.
Note também que é necessário ter o pacote “dialog” para que o script funcione.
Como uso muito esse tipo de redirecionamento, irei implementa-lo ao longo do tempo. Incluí um changelog para que possam acompanhar.
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Posted on jan 17th 2010 by admin.

Eu, particulamente, já me peguei várias vezes precisando de uma alternativa rápida, simples e barata para implementar clientes de Terminal server, seja usando RDP da microsoft ou LTSP.
Antigamente eu costumava utilizar imagens geradas com o rom-o-matic. Mas o principal problema é o fato de que estas imagens são específicas para um modelo em si de placa de rede, tornando-as muito pouco práticas.
Para resolver este problema, utilizo o gpxe, que é uma implementação opensource de um bootloader PXE, que vem embutidos nas roms das placas de rede.
O boot remoto com gpxe, tem as vantagens de suportar dns, HTTP, iSCSI, AoE, além de poder ser instalado para bootar através de disquete, cdrom, pen drive e ser instalado em uma ROM de placa de rede.
A sua instalação é muito fácil. Baixe o pacote em http://kernel.org/pub/software/utils/boot/gpxe e descompacte-o.
Para compilar é necessário ter instalado os pacotes make, syslinux e mtools. Para isso, instale via apt-get install make syslinux mtools em distribuições derivadas de debian. Caso use uma distribuição derivada de Red Hat (como fedora ou Centos) use yum install make syslinux mtools.
Uma vez instaladas as dependências e tendo o arquivo descompactado, entre no diretório src e digite make.
Isto irá gerar uma imagem bootável para cd (gpxe.iso), disquete (gpxe.dsk) e pen drive (gpxe.usb), dentro do diretório src/bin.
Criando imagem para disquete
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Posted on jan 14th 2010 by admin.
atualizado em 22/08/08
Assisti um dia desses uma palestra sobre “linux como fonte rentável”. No que diz respeito a qualidade da palestra em si, farei como a Copélia do seriado Toma Lá Dá Cá, “prefiro não comentar”, mas o assunto me despertou o interesse ao ponto de me colocar aqui, de volta ao meu abandonado blog.
A questão é a seguinte: Como ganhar dinheiro com linux? quanto?
Todas essas perguntas que costumeiramente pairam pelo ar quando se pensa em como fazer dinheiro com algo que é de livre download, modificação e redistribuição.
Justamente esta facilidade é o que tornou linux tão competitivo, tão fácil de se obter suporte, correção de bugs e atualização.
Mas deixemos de lado todo o blablabla sobre como é o linux e vamos ao que interessa: como ganhar dinheiro com linux!
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Posted on jan 14th 2010 by admin.
Quem compila o kernel no debian, já deve ter passado por um problema simples: Ao compilar um kernel com versão local, renomeando mais de uma vez (linux-2.6.25-teste-1, linux-2.6.25-teste-2, linux-2.6.25-teste-3 etc), se deparou com mensagem parecida com esta:
The changelog says we are creating linux-2.6.25-teste-2, but I thought the
version is linux-2.6.25-teste-1
[...]
Sanity check error
Para resolver, basta editar o arquivo debian/changelog (em minusculo, não é o ChangeLog não), que está dentro do diretório onde está compilando o kernel. Nele, consta a versão atual que vc está compilando, bastando alterar conforme inserido no localversion.
linux-source-2.6.25-teste-2 (2.6.25-teste-2-10.00.Custom) unstable. urgency=low
Prontinho, agora ele compila com a nova versão sem problemas!
Abraços,
Posted on jan 13th 2010 by admin.
Hoje estava em uma cliente que precisava mexer com apresentação de slides. Sabia eu que havia uma pasta na rede com o office 97 para instalar e que o open office já estava instalado naquele micro. Tentei silenciosamente abrir a apresentação no OOdraw, quando a cliente notou minha (não tão) sorrateira tentativa e disse: “Não, open office não.”
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